
Agora...
Desliguei o relógio do mundo
Quando ancorastes
Nas ancas do vento
Acendi todas estrelas
E a lua, o lustre
Mais ilustre
À nos iluminar
Então parei o tempo
Com tempo para te amar
Tornando mágico cada segundo...
Não são fantasias
Nem o sonho louco
De um poeta em devaneio
Ou versos dispersos
Nem tresloucadas poesias...
Apenas alguém que ama
Com o peito aberto
Que o leito aquece, pouco a pouco
Com o coração em chamas
Esquecido do mundo...
E à tudo, alheio...
Nana Okida
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