
Anjo
O teu canto
Preso no canto da boca
Encanta-me
Extasia-me
E deixa-me, louca...
O teu pranto
Desagua no meu leito
Teus olhos
Amores perfeitos
Perdem-se no horizonte
Tal qual, plantação de trigo
Uma criança, à sorrir...
E os teus braços
Ah, estes braços
Que abraçam com suavidade
E força
Não deixam partir...
Casulo onde me abrigo!
Nana Okida.
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