
Uma tarde de domingo
E eu aqui, derramando
versos por sobre
teus ombros
filosofando com minha taça
de vinho, vazia...
E vou regando sorrisos
sobre rosas
e este jardim inteiro
soprando perfumes, em ti.
Então, sob a languidez
do sol de inverno
que hiberna,
nesta tarde de Domingo
já não há espaço
para a lua, aparecer
e a noite chora
vendo o sol, fenecer...
E neste fim de tarde
através da porta de vidro
assistimos a natureza
descerrando, a cortina do dia!
Nana Okida.
Vivaaaaaaa !!!!!! Que blog lindo!!!!!!!!
ResponderExcluirUhuuuuuuuuuuuuuuuu!!!! Obrigada amiga Ysolda!
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