
Enigma
Sou a verdade, das tuas mentiras, como antes
A incerteza que carregas nos ombros
Os versos, que compõem, mais uma poesia
Para embalar os sonhos dos amantes...
E nas inverdades, deste mundo virtual
Sou a luz, em tua Pira, à queimar
Ou, espelho que reflete, teu bonito rosto
E a beleza deste amor, triste, surreal!
Sou a morte eminente, que se anuncia
Ao rufar de tambores, com estardalhaço.
Coração que tanto amou, mas, agora silencia
E cerra as cortinas deste circo, pobre palhaço!
Sou a paz que reina, neste mar infinito
Aquela, que aquecia, o teu leito
A musa, que amas e admiras
Posto que sou... Apenas mito!
Nana Okida.
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