
O Tempo...
Há muito tempo
Foram-se as horas
E os ponteiros gastos
Marcam as marcas
Que o tempo
Quase sem tempo
Encarregou-se
De tatuar em minha face...
É a areia que consome o tempo
Ou o tempo, que consome a areia
Que escorre, transcorre com velocidade
E mostra que o tempo não tem idade?
Vai dobrando a pele do meu rosto
Como um pergaminho desbotado
Com avidez e gosto...
Aí, a neve pranteia
Minha visão
Prateando meus cabelos
Amortecendo a vontade e a ilusão.
Com tristeza, eu sinto
entre uma ou outra dose de absinto
Cada vez mais fracas...
As batidas do meu coração...
Nana Okida
Obrigada pelo carinho menina Ysolda! Amei!
ResponderExcluirVocê merece, Nana Okinda! Estou adorando fazer isso, viu?
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