Espaço destinado a poesia de uma mulher meio escorpião, um tanto mente, ou somente coração e se me zangas, sou zangão! Sinto medo, então te agrido, mas mesmo quando firo, morrer de amor, eu prefiro. Peço arrego e também sei pedir perdão...
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Nesta coreografia
Nesta coreografia
Dançastes, como dancei
Nos acordes dos nossos pelos
Amastes, assim, como te amei...
Música soprada nos ouvidos
Como violino, em serenata
Numa noite enluarada
Onde nada faz sentido
Apenas, nós, em nós
Como fôssemos, um único selo!
Sob o edredom que o aquecia
Na sala silenciosa
Nas tuas mãos, o amor florescia
Como música harmoniosa
Lá fora, a chuva, caía rápida, pujante
Respingando aqui, serena, gotejante!
Nana Okida.
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